Estava eu com meus botões pensando e sonhando sobre como será daqui para frente, neste papel de mãe, como vou me comportar em frente a choros, birras, manhas, febres, joelhos ralados…

Aí comecei a organizar, mentalmente, tudo que eu já sabia sobre o mundo infantil, tudo o que eu vivi e experimentei como filha, irmã, tia, dinda, au pair (babá), tudo o que aprendi com meus pais, minhas irmãs, meus sobrinhos, com minha família dos EUA, com os livros que li, com tantos vídeos que assisti… E de tudo isso, eu fui me transformando pouco a pouco em quem eu sou hoje, absorvi o que eu achei legal de todas as experiências e deixei de lado aquilo que não achei tão útil! Hoje são tantos estudos, métodos de como criar um filho que ficamos até meio confusas com tanta informação, mas ao mesmo tempo nos deixa mais seguras do que fazer e ter o bom senso sempre, pois nunca conseguimos seguir 100% de tudo que aprendemos.

E sabe a minha conclusão de tudo isso, somos Mães únicas, cada pessoa é constituída do que viu e aprendeu ao longo de sua vida, por isso, não podemos julgar o que é ser uma mãe boa ou ruim…  NINGUÉM É PERFEITO!

E o melhor é aprender errando, quem sabe uma experiência que eu achei boa com meus sobrinhos, não seja a melhor escolha para o meu filho, mas eu tentei… tentei, tentei e errei, tentei novamente, e quem sabe acerte na próxima vez!

Vamos ser simplesmente a Mãe que somos… fazer o melhor que pudermos e acertar errando!

Este mundo já está cheio de julgamentos e ódios gratuitos para nos punir ainda mais como mães, então, vamos usar o bom senso e assim, viver de forma mais leve, mais feliz e com o coração em paz.

Seremos um pouquinho de tudo que nos cercou e o que nos cerca e o resto o que somos de coração! Com certeza ninguém poderá ser uma melhor mãe para seu filho do que você mesma! Não é este o clichê que anda na moda por aí? E te digo, é o mais verdadeiro que existe!!!!

Um beijo no coração de todas essas Mães de Salto Agulha por aí!!

Rô da Rosa